Roasted Broccoli

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Barbara Araujo
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sábado, 26 de julho de 2008

'One more song before I've got to go...'

Antes da Isa escrever o post anterior eu escrevi sobre a minha reação ao Radio:ACTIVE, mas ontem eu estava ouvindo Falling In Love e senti uma felicidade muito grande. Essa não foi a música que mais me surpreendeu, a que eu jugo melhor é The Last Song, mas isso é apenar um opinião. Porém, depois do trecho abaixo nada consegue descrever o real significado desse CD pra mim [nem o post que eu tinha escrito anteriormente], as melhores músicas com toda a certeza desse mundo.

Pare o que estiver fazendo, feche os olhos e sinta a música [isso não é terapia ¬¬], façam e sentirão.

"Sick of waiting, I can't take it, gotta tell ya
I can't take another night on my own
So I take a breath and then I pick up the phone
She said oh, oh, oh, oh
She said oh, oh, oh, oh
She said oh, oh, oh, oh..."


“And if this is the last song I ever play then I guess it's time say we thank you all...”

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Textos da Caah, pela Isa.


Isso vai ser um post meio estranho, sabe? Porque não vai ser um texto meu, ou alguma coisa que eu tirei da internet. Na verdade, é um texto roubado, que nem deveria ser publicado. Vocês não devem estar entendendo nada né?

Viu, eu sou pessima para explicar as coisas!

Vou começar, do começo.

Eu tava na casa da Caah, arrumando milhões de manuscritos de fics e xeretando nos papeis alheios dela. Até que eu achei esse papel, escrito uma coisa legal. Ela já tinha me mostrado antes, mas eu esqueci(coisa que eu faço com frequencia), eu pedi para ela publicar, ela não quis. Dai eu guardei o texto para mim e agora estou publicando aqui. Talvez ela apage, mas, e dai? O que vale é a intenção.
Mas chega de enrolação, vamos aos textos:
.
Amor Cronometrado, por Caah Leonardi.
Eu estava lendo um livro que a minha vó me emprestou. Na verdade, o livro é mais velho que ela. E fala sobre adolescência. Aqueles livros de auto-ajuda toscos...
Voltando ao assunto, já que eu estou divagando... Lá fala sobre o amor, e não apóia amor a primeira vista. E nem o amor-bomba, que explode de repente.
O autor do livro se apaixonava a cada setembro, já que passava as férias sozinho na faculdade e as meninas viajavam. E a mulher dele (não sei se nenhum ainda está vivo) foi em uma dessas, mas ele foi se apaixonado por ela aos poucos.
Aí, eu começo a acreditar em alma gêmea. Vamos combinar que, um cara troca de menina cada ano por quatro anos e depois casa e passa o resto da vida com a quinta? E também tem a questão do 'eu te amo'. Muitos acham que é horrivel a nova mania de dizer eu te amo a todos. Outros acham que podem ter varios amores. Alguns pensam que existe um tempo certo para dizer 'eu te amo'.Já ouvi o absurdo de uma pesso que só dirá 'eu te amo' quando tiver dois anos de relacionamente, sem vai e volta. Amor conometrado. Olha, eu não sou romântica, mas o namoro dele é cheio de idas e voltas com vinte e poucos anos, nunca disse 'eu te amo'. E há quem defenda que se o amor acaba, nunca foi sincero.
Eu?! Eu acho que o amor é forte, mas se apanhar demais acaba. Eu acho que, desde que você ache que sim, seu amor será sincero. Acredito que, desde que você não minta, nunca é um desperdício espalhar o amor.
Uh, profundo.E para dizer eu te amo não precisa de dois anos, talvez metada, talvez o dobro. Só acho que não vale o de dois minutos.
Mas experimente, quem sabe?
Depois me contem.
Espalhe o amor (?)
;PP
-*
Viu a Caah é profunda! Mas sabe que eu acho em relação a tudo isso?
'Love is just a chemical creation.'- Uh, citei Boys Like Girls.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Parabéns Tom!


Antes de qualquer coisa queríamos desejar um Feliz aniversário ao nosso amadoetalentoso Tom Fletcher!

Bom, hoje, dia 17 de julho, nós aqui no Brasil contando os dias para o grande dia [e parabenizando o Tom, claro], alguns de férias, outros já voltando para o inferno estudantil, e em breve dia 20 de julho! Deveria se tornar algum feriado ou coisa do tipo, certo que eu não sou, nem estou perto de ser uma das três milhões de pessoas que recebem aquele abençoado jornal, mas tudo bem. Então agora vem aquela pergunta, cadê a maldita globalização nessa hora? Por que não existe uma postagem internacional do Mail on Sunday?!

Eu queria muito acordar daqui a três dias às seis da manhã [sim! Porque a vida boa de férias já acabou], comer meu cereal, tomar uma xícara do delicioso café que só a minha avó sabe preparar e esperar ansiosa e animadamente a chegada do carteiro, por quê? Por quê? Eu nunca fui de ler jornais, eu nunca curti “perder” a minha manhã lendo jornais, prefiro os noticiários da TV, apesar de preferir ainda mais House ou algo do gênero, mas justamente nesse dia eu não me importava de maneira alguma em receber O jornal.

Sim! Enquanto o resto do mundo [meros mortais] tem que esperar ‘não sei até quando’ para ter o novo CD de McFly em suas mãos, os ingleses [grandes sortudos, quase deuses do Olimpo] terão o privilégio de receber daqui a três dias algo que todos os fãs estão loucos para ver, ouvir, tocar, sentir e outro pequeno detalhe, GRÁTIS, 0800!

E eu me pergunto novamente. Cadê o ‘mundo sem fronteiras’ causado pela globalização? Será que ela existe mesmo ou eu ingeri muita cafeína na aula de química hoje?!

Malditos tempos de globalização! E eu vou ficando por aqui com a minha indignação com esse mundo que não proporciona direitos iguais para todos! [Sintam a ironia].


"The world would be a lonely place
Without the one [Tom Fletcher] that puts a smile on your face"

Porque cada música nova é um sorriso estampado no rosto do fã!


By Bruna

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Eu e o gênero.

Opa, nem sei se eu podia estar escrevendo aqui. Qualquer coisa as meninas apagam...
Mas agora, que não é mais dia Internacional do Rock (*-*), eu queria meio que responder o post de ontem e falar um pouco sobre a classificação da música em gêneros.
A Bru defendeu que o McFLY não é indie. Concordo. Mas pelo menos agora a taxa é indie, e não boyband, então TEMOS UM PROGRESSO!!

Mas, então, vamos falar de gênero. Não, não é só aquilo que aparece no seu Ipod, por incrível que pareça. Gênero é o que separa a humanidade desde que a música não é só gritos e batidas em tambores. As pessoas se agrupam de acordo com a música que escutam, com o que as letras e os ritmos dela passam para cada um. E dái vem o jeito de se vestir,(meu ex: all star e boina verde xadrez) o jeito de falar (duuuudeeee!). Assim como os assuntos. Legal. Mas o problema é o preconceito que isso gera entre os tipos de música. Como a Bru citou, por exemplo, os emos. Pô, eles gostam de curtir uma fossa! (Nem vou falar dos hábitos que seriam considerados pscicopatas por médicos e pela minha mãe, porque ai eu pago de preconceituosa.) E tem as boybands. E o rock.

Outro dia eu tentei explicar pra minha mãe o que o McFly toca. Ela disse que era um belo de um rock and roll, assim como os Beatles. Eu disse que não. Que era brit-pop, ou pop-rock britânico, que é o rock and roll antigo hoje em dia. E ela, claro, perguntou então o que era rock. Eu disse que era o punk antigo. E ela não entendeu lhufas. E pior que nem eu.

Então, vamos deixar falarem que é boyband, porque até até a Courtney Love está ajudando a nossa causa. Vamos deixar falar que é indie, porque pelo menos é melhor que boyband. Vamos deixar dizer que é rock, eu não me importo.

Música é algo pra ser curtido, e não discutido. (Então pra que você disse tudo isso, duh?! Nem pergunte.) E nem descriminado.

Viva os emos, os punks, os rockeiros, atuais e antigos. E me deixem aqui com meu pop-rock-britâncio-ou-algo-parecido. Pelo menos vai ter show dessa minha alguma coisa em outubro. E independente do que for, eu vou berrar muito.

Câmbio desligo...

Caah.

Ps: Minha mãe arrasa, né? E eu estou fazendo um template personalizado pra cá.

domingo, 13 de julho de 2008

É Rock 'N Roll Baby!


Câmbio.. alguém?!

Bom galera [espero que muitos estejam lendo *-*] a idéia desse blog foi algo muito louco e vocês podem conferir na nossa comunidade do orkut, não vamos perder tempo nessas explicações!

Hoje, dia Internacional do Rock *-*

Isso me lembra quando eu tinha uns 12 ou 13 anos, eu ouvi e passei a gostar de verdade de uma banda de rock, Blink 182. Amor a primeira vista, acho que todo mundo tem uma banda que te ‘abre a cabeça’.

Mas estou eu [e todas as outras brócolis] aqui, agora, completamente rendida às músicas de McFly, não sei exatamente o porquê, talvez eu ame a voz do Danny em “She will always be my sun kissed trampoline she goes up and down in my heart turn into jelly beans”, ou “Cause you sept me free show me how good my life could be” acalme a Cah; ou I'll Be Ok” tenha ajudado a Bah a superar um de seus momentos mais ‘sombrios’, ou “No Worries” lembre a amiga da FlaA, ou “Walk In The Sun” acalme tanto a Luu que seja a música que ela ouve pra dormir, ou “Surfer Babe” combine com alguma praia no Hawai(?), ou eles no palco seja algo encantador... Motivo é o que não falta.

Mas McFly me lembra outra história muito comentada, recentemente eu li em algum lugar sobre McFly ter se tornado uma banda ‘indie’, fazendo com que as pessoas passassem a assumir que os ouviam, o que até então não faziam porque eles não escreviam música ‘indie’, e esse é o lado ruim de toda a história. Quem nunca ouviu falar da revolução não só musical, mas também social que foi Woodstoock, o mais importante festival de música no fim dos anos 60? O movimento hippie ligado a diversos estilos musicais, principalmente o rock, com sua contestação ao conservadorismo, foi algo revolucionário, literalmente. Mas em pleno século XXI, vemos pessoas menosprezando e sendo menosprezadas por curtirem um determinado estilo [evidente nos últimos anos, com o preconceito vivido pelos tachados de ‘emo’], atitude que não diferencia muito das atitudes conservadoras daquela época.

Onde está o que o velho e bom Elvis nos ensinou?

"Elvis com aquela dança dele me deu uma porrada" disse Raul Seixas, Elvis de fato mostrou o quão bom é ser livre, namorar, dançar e se divertir, ele de fato deu uma “porrada” no sistema.

"Antes de Elvis não existia nada, depois dele o mundo ganhou cor" – John Lennon, e eu ainda diria mais, “depois de McFly, nada mais foi como antes”. =P

Câmbio desligo.


By Bruna


ps.: Primeiro post, a gente ainda está aprendendo a mexer aqui, mas nada que o tempo e a prática não resolvam! ;D